Dízimo_1

Revisado em Chodesh HaSheni /5776 – 2º Mês.

O Dízimo Pertence ao Eterno

     Muitos são os artigos que se publicam sobre o dízimo, e por envolver interesses pecuniário, muitos o defendem como sendo um direito inviolável outorgado pelo Eterno àqueles (seus defensores) que se dedicam a divulgação (segundo elesdo conhecimento do Deus Altíssimo (que conhecimento é este que priva os homens de desfrutar das bênçãos outorgadas pelo Eterno a seus servos).

  • Precisamos compreender que assim como o sábado Ez 20:12 e 20, o dízimo Lv 27:30-32 também pertence ao Eterno, e que Ele o instituiu para ser uma benção e não um motivo de tristeza e indignação.

     Assim como no estudo que apresentamos sobre o sábado aprendemos que ele pertence ao Eterno e não é um peso como alguns líderes religiosos o colocam, mas sim o sinal entre Ele e o povo escolhido para d’Ele testemunhar e a quem todas as famílias na terra devem se unir no preparo para os acontecimentos finais ligados ao juízo do Deus eterno sobre a humanidade e Seu povo, o dízimo (1º dízimo) também pertence ao Eterno e Ele deu em herança aos levitas pelo serviço que prestavam ao tabernáculo.

   Além desse primeiro dízimo que era entregue aos levitas, existia um segundo dízimo que era usado pelo doador e todos de sua casa nas festa solenes convocadas pelo Eterno, e um terceiro dízimo que era reservado exclusivamente para os necessitados e estrangeiros.

  • Assim como a observância do sábado pode ser adaptada às circunstâncias de cada época e cultura sem no entanto ferir sua essência, a aplicação do dízimo também pode ser adaptada seguindo-se o mesmo critério como verificaremos mais adiante.

   Com a devida autorização do autor da pesquisa "A BÍBLIA E O DÍZIMO" que foi endereçada à liderança de sua denominação em 1986, e que segundo o autor nunca foi respondida pela mesma, faremos algumas adaptações a fim de que a mesma possa ser publicada neste site com o objetivo de que seu alcance se estenda a toda a cristandade.

O Dízimo e as Escrituras Sagradas

     O primeiro texto sobre o dízimo encontra-se em Gn 14:20, onde está escrito que Abraão entregou o dízimo a Melquisedeque, rei de Salém, o qual era sacerdote do Deus Altíssimo. O que Melquisedeque fez com o dízimo, se Abrão continuou dando o dízimo e mesmo se seu filho Isaque procedeu da mesma forma, não é declarado.

  • O que os teólogos não observaram ou mesmo parecem ocultar a seus seguidores, é que o dízimo ofertado por Abraão, não foi dos bens que já possuía, mas tão somente daqueles que trouxera como despojo da guerra que empreendera para libertar seu sobrinho Ló.
  • Dizer que Abrão dizimou todos os seus bens, e que tinha esse costume, é pura especulação teológica da qual os teólogos tem se aproveitado para se beneficiar daquilo que o Eterno não lhes concedeu. Não encontramos nenhum fundamento bíblico que justifique essa prática entre os patriarcas. Desejamos também lembrar que essa foi a única vez que o dízimo foi mencionado na vida de Abraão, e mesmo assim apenas dos despojos conquistado na guerra que ele empreendera.

     O segundo texto encontrei em Gn 28:22. Nesse texto é relatada parte da história na qual Jacó fugindo de seu irmão Esaú, certa noite teve uma visão noturna (sonho) da parte de Deus, e movido pela mesma fez um voto ao Senhor. Ao despertar do sonho, Jacó adorou a Deus e Lhe disse que se o Eterno fosse com ele em sua jornada, Ele seria o Seu Deus, e de tudo Lhe daria o dízimo. Confesso não ter encontrado a quem Jacó deu o dízimo, de que maneira o mesmo foi entregue e utilizado. Se os filhos dele davam o dízimo e a quem, confesso não ter encontrado também. Semelhante ao ocorrido com Abraão, esta foi a única vez que o dízimo foi mencionado na vida de Jacó.

Lv 27:30-32

  • O Senhor declara que o dízimo é Seu, e que é santo. Não esclareceu porém como ele deveria ser utilizado.

Nm 18:21-28

  • O Senhor declara que o dízimo é a herança dos Levitas entre os filhos de Israel pelo serviço que prestavam à tenda da congregação, e que eles deveriam dar o dízimo dos dízimos a Arão, o sacerdote.

Que serviço prestavam os levitas ?

   No capítulo quatro desse mesmo livro é mencionado os deveres das famílias dos levitas.

  • Os levitas são os descendentes de Levi, filho de Jacó. Eles eram responsáveis pelo cuidado e transporte do tabernáculo; se dividiam em três famílias: a família dos Gersonitas, dos Coatitas e dos filhos de Merari.

   Em Nm 3:5-9, Deus ordenou a Moisés para que apresentasse a tribo de Levi diante de Arão, o sacerdote, para que o servisse, tendo cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação como também para cumprir seus deveres para com os filhos de Israel ao ministrar no Tabernáculo.

Dt 12:6, 11 e 12

  • Deus orienta Seu povo para que ao entrarem na terra prometida cultuassem o Seu nome em um mesmo lugar por Ele escolhido, e para ali levassem os seus sacrifícios, dízimos e demais ofertas.

Dt. 12:17-19

  • É mencionado que o próprio doador poderia desfrutar do dízimo dos produtos da terra, porém em lugar determinado pelo Senhor.

Dt. 14:22-29

  • É mencionado também que o próprio povo deveria desfrutar dos dízimos, participando dele também os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas.

Dt. 26:12-19

  • Encontrei uma declaração de que os necessitados são também beneficiados com os dízimos.

II Cr 31:2-21

  • Observa-se claramente que os dízimos foram distribuídos entre os sacerdotes e levitas, participando deles a família de ambos.

Ne 10:37-38

  • Encontramos novamente a afirmação de Nm 18, onde está escrito que os dízimos seriam entregues aos levitas, e estes entregariam o dízimo dos dízimos aos sacerdotes.

Am. 4:4

  • Declara que dar o dízimo sem ter uma vida em submissão à vontade de Deus é sem valor algum diante do Eterno.

Ml.Ml 3:7-12

  • Encerra as considerações diretas sobre o dízimo no Velho Testamento. Nos versos 8 e 9, esta escrito que a maldição pesa sobre muitos dentre Seu povo por roubarem a Deus, retendo os dízimos e ofertas. O vs 10 nos ensina que o dízimo deve ser levado à casa de Deus, para que não haja falta de mantimento na mesma, e declara também que o fiel será abençoado.

   Chegando ao Novo Testamento, encontramos em Mt 23:23 Jesus censurando os escribas e fariseus por serem fiéis no dízimo e no entanto negligentes nas partes mais importantes; os preceitos da lei: a justiça, a misericórdia e a fé. Jesus exortou-os a que fossem fiéis nestas qualidades sem no entanto omitirem a primeira, o que se harmoniza com o que foi ensinado pelo profeta Amos (Am 4:4).

Lc 11:42

  • É relatado o mesmo assunto considerado no parágrafo anterior, ou seja: fidelidade no dízimo e desprezo para com os preceitos mais importantes.

Lc 18:11-12

  • Jesus conta a parábola do fariseu e do publicano, e nos ensina que a nossa justificação perante Deus não depende somente de nossas obras, mas sim quando estas são realizadas com fé e amor.

Hb. 7:1-10

  • Esta escrito o mesmo assunto dos dízimos como já vimos anteriormente (Melquisedeque e Levitas).

   Aqui encerro minhas pesquisas de textos bíblicos sobre o dízimo e inicio minhas considerações pessoais sobre os textos analisados. ”

   A partir daqui, onde o autor da apostila encerrou sua apresentação dos textos bíblicos sobre o dízimo e iniciou suas considerações pessoais em relação a sua denominação evangélica, iniciaremos nossas considerações em relação a origem e pratica do sistema do dízimo pela cristandade de uma maneira geral.

Como a pratica do sistema de dízimo se originou entre as igrejas cristãs ?

  • Queiram os evangélicos admitir ou não, evidências histórica mostram que a pratica do sistema de dízimo entre as igrejas cristãs teve sua origem em um ensinamento herdado da ICAR (A Doutrina da Substituiçao), que foi bem aceito e difundido entre os evangélicos. A doutrina da substituição ensina que Israel por ter assassinado Jesus foi rejeitado pelo Eterno para que não mais fosse Sua testemunha, sendo então essa missão transferida para a igreja cristã.

   Julgando ser a nova testemunha do Eterno para os últimos dias e auto intitulando-se "o novo Israel", a igreja cristã, de uma maneira geral, usurpou para si algumas práticas existentes em Israel, sendo uma delas a pratica do dízimo, esquecendo-se porém que o povo de uma maneira geral entregava os dízimos (1º dízimoaos levitasaos pobres e estrangeiros  o terceiro dízimojá o segundo dízimo o doador utilizava juntamente com toda sua casa nas santas convocações determinadas pelo Eterno.

  • *"...  Dizia a passagem chave: "verdade que as autoridades judaicas e aqueles que seguiam sua orientação urgiram a morte de Cristo; outrossim, o que aconteceu em sua paixão não pode constituir-se em acusação contra os judeus, sem distinção, vivos então, nem contra os judeus de hoje. Muito embora a Igreja seja o novo povo de Deus, os judeus não deveriam ser representados como rejeitados por Deus ou amaldiçoados, como se isso viesse das Sagradas Escrituras. "Livro "História dos Judeus" Autor Paul Johnson, página 514 , 4ª Edição – 1989 – Editora IMAGO.

     O dízimo dos sacerdotes era entregue exclusivamente pelos levitas ao dizimarem os dízimos que recebiam do povo, ou seja, os sacerdotes não recebiam o dízimo do povo, mas sim dos levitas.

   Ao usurpar a prática do dízimo (primeiro dízimo) e ignorar a maneira como o mesmo era praticado entre os israelitas como também outras práticas que o Eterno confiou a Israel, a igreja cristã revelou que seu verdadeiro desejo esta vinculado a interesses pecuniário. Entre as muitas praticas que o Eterno confiou a Israel e que tem sido ignorada pelas igrejas cristãs de um modo geral, está a observância do Sábado, ordenança essa que apresenta as mesmas características do dízimo; vejamos:

Lv 27:30-32

  •  * O Dízimo pertence ao Eterno.

Ez 20:12 e 20

  • * O Sábado pertence ao Eterno.

Aqui podemos observar que tanto o dízimo quanto o Sábado pertencem ao Eterno. E Ele os deu aos filhos de Israel com finalidades específicas:

  • * O Sábado foi dado pelo Eterno a Israel para distingui-lo de todos os povos da terra para que todos soubessem através de Israel que Ele, o Eterno, é o único Deus verdadeiro e todo aquele que desejar servi-Lo precisa unir-se a este povo e dele aprender  Seus ensinamentos.

  • * O Dízimo (1º dízimo) foi ordenado para que todos os filhos de Israel o dessem à tribo de Levi a quem o Eterno omitiu na distribuição da herança (território) prometida a Abraão e sua descendência (Na divisão do território que o Eterno prometera a Abraão e sua descendência, a tribo de Levi foi omitida visto que a sua parte seria os dízimos de todos os filhos de Israel).

  • * Se tanto o Sábado quanto o dízimo pertencem ao Eterno e Ele os deu a Israel com uma finalidade específica, porque as igrejas cristãs de uma maneira geral, não passaram a observar o Sábado que foi dado a Israel como uma aliança perpétua (Ex 31:16-17), considerando o mesmo como um sinal entre ela e o seu Deus.

   Preferiram ignorar essa pratica alegando que a mesma fora abolida com a morte de Jesus. Mas o dízimo que se encontra no mesmo plano do Sábado e cuja pratica o Eterno direcionou exclusivamente para a tribo de Levi como sua parte na herança entre as demais tribos pelo serviço que prestavam no Tabernáculo, é considerado como ainda em vigor, apesar de já não mais existir o Tabernáculo nem a divisão territorial entre as tribos de Israel cujo território encontra-se ocupado por outros povos nos dias atuais.

Tem a Igreja Cristã o direito de cobrar o dízimo a seus membros ?

   A igreja cristã por se considerar o novo Israel em virtude, segundo eles, de sua rejeição como testemunha do Altíssimo, passou a recolher os dízimos de seus membros; será que Israel foi realmente rejeitado, existe fundamento para tal ensinamento? vejamos:


Jr 31:35-37

  • * Ao contemplar as obras do Eterno fica evidente que as leis que Ele estabeleceu estão em pleno vigor em nossos dias, indicando com isso que Israel não foi rejeitado por Ele como é ensinado pelas igrejas cristãs.

Ap 12:1-17

   Muitos são os relatos provando que Israel nunca deixou de ser a testemunha do Eterno, portanto, nunca foi rejeitado, de forma que o argumento sustentado pela liderança das igrejas cristãs é lançado por terra.
 

   Com tudo o que foi exposto acima, concluímos que a Igreja Cristã nunca substituiu Israel nos propósitos divino. Portanto, o argumento que ela tem utilizado para receber os dízimos de seus membros, não tendo nenhum fundamento bíblico, volta-se contra ela mesma, condenando-a por usurpar os direitos devidos a Israel, como também enganar aqueles a quem ela deveria ensinar a verdade, pratica essa que condiz com o caráter de satanás. Mt 4:9-10 e Ap 12:9.

   Considerando que em Lv 27:30-32 o Eterno considera o dízimo (1º dízimo) como de Sua propriedade e que o mesmo foi concedido à tribo de Levi pelo serviço que prestavam ao Tabernáculo, sendo esta a sua parte na herança partilhada entre os filhos de Israel, considerando também que um 2º dízimo era separado e utilizado pelo próprio doador e toda sua casa nas santas convocações feitas pelo Eterno, e um 3º dízimo era separado para os necessitados e estrangeiros, concluímos que não existindo mais o Tabernáculo  o 1º dízimo deixou de vigorar. Já o 2º dízimo visto que as reuniões solenes que ainda não tiveram seu cumprimento devem ser observadas, o mesmo deveria ser utilizado nessas ocasiões mantendo nítido na mente de seus participantes os ensinamentos do Eterno contido na Festa dos Tabernáculos que prefigura o juízo por virQuanto ao terceiro dízimo que era destinado aos pobres, visto que os mesmos ainda continuam existindo em nosso meio, deverá ser consagrado para tal finalidade

   Todos já aprendemos que quando o tipo encontra o antítipo, o tipo deixa de existir (cumpre-se a profecia relacionada àquele símbolo). Sendo assim, todos os símbolos e rituais relativos ao Santuário cujo tipo encontrou o seu antítipo, perderam a sua razão de continuar existindo; é como aquela sementinha que durante o seu período de germinação e crescimento precisava ser cercada de cuidado especial, mas quando se torna uma planta adulta,  não mais existe razão de continuar com aqueles cuidados.

Relacionamos abaixo  alguns Tipos já conhecidos (símbolos e rituais) ligados ao Tabernáculo dos quais  alguns já encontraram seu Antítipo (seu equivalente).

***  Tipos /Antítipos  ***


Santuário Terrestre   Ex 25:8

  • * Céu dos céus, local onde está estabelecido o Trono do Eterno e a morada dos anjos.   Is. 66:1 e Mt.5:34.

Sumo sacerdote

  •  * Anjo do Senhor.  Ex. 32:34 e 33:2-3

  •  *O Messias

Sacerdotes   Lv. 4

  • * Anjos    Pv. 34:7 e Hb. 1:14

Sangue    Gn 9:4

  • * Vida.

Sangue dos animais oferecidos como holocausto pelo pecado. Lv 4:30; 16:15-16

  • * Vida (nome) do pecador contrito que é consagrada ao Eterno e confiada aos cuidados do sacerdote.  Is 66:1 e Mt 5:34. Is 66:1 e Mt 5:34. Ap 6:9

Sangue do bode cuja sorte caiu para o Senhor.   Lv 16:5,7-9

  • * Vida (nome) dos pecadores contritos que se consagraram ao Eterno sendo apresentada pelo Messias no Dia da Expiação para que possam ser justificadas. Mt 25:32-40.

Bode azazel   Lv 16:5,7,10.

  • * Satanás e sua hoste, a quem o Eterno atribuirá a culpa pelas transgressões cometidas por todos aqueles que a Ele se consagraram . João 17:3

   Considerando que a entrega do dízimo (1º dízimo) aos levitas estava vinculada ao serviço que prestavam ao Tabernáculo, e esses serviços (Tipos + símbolos e rituais) deixaram de existir com a destruição do Templo, tal prática perdeu sua razão de existir.

  • Hoje em dia podemos observar que não existe mais a divisão territorial entre as onze tribos de Israel; a nação é formada por um território único onde todas as tribos incluindo a de Levi que usufruindo os mesmos direitos que as demais, deixou de receber os dízimos.

   A única Festa Fixa que ainda esta por se cumprir (o Tipo ainda não encontrou seu Antítipo) é a Festa dos Tabernáculos. No entanto, como o significado de todos os símbolos do Tabernáculo e seus rituais já foram revelados, entendemos que a mesma, embora continue em vigor, não deverá ser observada com o sacrifício de animais, mas sim com a consagração de nossa própria vida (Antítipo) que era simbolizada pelo sangue do bode cuja sorte caiu para o Senhor (Tipo), com a qual o Messias comparecerá diante do Eterno no Dia da Expiação para remover nossas culpas e atribuí-las ao verdadeiro responsável pelas mesmas, o originador do pecado.

   Quanto à prática do dízimo (1º dízimo) nos dias atuais visto que o Tabernáculo não existe, sua razão de ser deixou de existir.  Levando-se em consideração que o dízimo pertence ao Eterno e ele beneficiava também ao doador (2º dízimo) como também aos estrangeiros e necessitados (3º dízimo), em reconhecimento de que tudo que possuímos pertence ao Eterno, convém que reservemos parte dos bens que Ele nos confiou, para que possamos satisfazer as necessidades espirituais, de nossa família, auxiliando também os necessitados que devido aos problemas sócio econômicos que afligem a humanidade estão passando por dificuldades.

Quanto às Igrejas Cristãs que como já analisamos acima usurparam em benefício próprio os direitos de Israel, perguntamos:

  • * Se as Igrejas Cristãs consideram-se com o direito aos dízimos  de seus membros (1º dízimo), porque não o administram da maneira como foi determinado pelo Eterno?

  •  * Os dízimos eram entregues aos levitas pelo serviço que prestavam ao Tabernáculo.
  •  * Os levitas correspondendo atualmente aos anciãos, presbíteros, diáconos, secretário, tesoureiro, professor da escola sabatina / dominical, dirigente do trabalho missionário, enfim, todos que desempenhem alguma atividade em relação à igreja, biblicamente são beneficiado pela lei do dízimo. Porque então pela Igreja Cristã eles foram excluídos dos benefícios da lei dos dízimos ?
  • * Não foi devido a uma pratica ensinada pela ICAR que instituiu obreiros não remunerados em suas instituições e sendo de bom grado assimilada pelas Igrejas Evangélicas embora violando desta forma os direitos que o Eterno outorgou àqueles que trabalham em Sua causa ?
  • Se os sacerdotes recebiam apenas o dízimo dos levitas, e hoje em dia os levitas (aqueles que atuam nas múltiplas atividades da igreja) não estão recebendo nada, fica evidente que nas igrejas cristã os sacerdotes estão usurpando o direito dos levitas    

C o n c l u s ã o.

   Não encontramos no Novo Testamento nenhum indício da prática do dízimo entre os cristãos do primeiro século, e nem mesmo Jesus dele se beneficiando quando aqui esteve.

   Tendo em vista que a lei na qual era estabelecida a entrega dos dízimos (1º dízimo) aos levitas pelo serviço que prestavam no Tabernáculo, serviços estes que cessaram com a destruição do Templo e a dispersão do povo judeu, ela deixou de vigorar.

   Sendo assim entendemos que a missão de testemunhar do Deus eterno permanece com Israel.

  • Esperamos ter contribuído de algum modo para com aqueles irmãos que se encontram desejosos de obter uma melhor compreensão acerca da obrigatoriedade da entrega dos dízimos nas igrejas cristã nos dias atuais.

                             

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