Páscoa - Dia de Consagração e Juízo

Revisado e corrigido em Chodesh HaShevi’i      5777 – 7º Mês.

Até quando permitirão os cristãos que teólogos mantenham seus olhos vendados para que não conheçam a verdade?

   Estamos nos aproximando do dia da Páscoa, ritual estabelecido pelo Eterno para indicar o último dia dado aos seres celestiais (extraterrestres) para que reconhecessem Sua autoridade ao receber o Arcanjo Miguel como seu Senhor por n’Ele se encontrar Sua unção ao outorgar-Lhe todo poder e autoridade.

  • O ato de se submeter à autoridade do Arcanjo Miguel foi simbolizado no ritual da Páscoa pelo aspergir o sangue do cordeiro nos umbrais de cada residência significando com isso que reconhecendo a autoridade do Eterno, submetiam a si e toda sua casa àquele que por Ele foi ungido.

    Infelizmente a interpretação do ritual da Páscoa pela igreja cristã foi baseada puramente na filosofia grega, distorcendo seu real sentido que, mesmo sem evidência nas Escrituras Hebraica (Velho Testamento), é acatado de uma maneira geral por toda cristandade, demonstrando assim uma confiança cega em seus líderes ao invés de aceitar o que foi ensinado pelo Eterno a Seu povo (Israel) e se encontra registrado no Velho Testamento.

   Nas Escrituras Hebraica sangue simboliza vida, a alma do ser vivente, e por isso mesmo ao ser humano foi proibido sua utilização como alimento em reconhecimento de que a vida é um dom do Eterno, e só a Ele pertence.

   Quando nas Escrituras é dito que o sangue de Abel  derramado por Caim clamava desde a terra, significava que o homicídio de Abel estava patente diante da Lei cujos preceitos requeria ao Eterno que fosse executada a sentença sobre aquele que a violou.

   Da mesma forma como o sangue simboliza vida, o próprio indivíduo, e sendo o cordeiro pascal um símbolo aplicado ao Messias, o sangue desse cordeiro obviamente simbolizava o Arcanjo Miguel e não deveria ser interpretado literalmente como simbolizando o sangue do Messias a ser derramado em prol do pecador (conforme crença desenvolvida pela igr. Cristã baseada na filosofia grega), e o ato de aspergir este sangue nos umbrais de uma residência, simbolizava o Messias, em reconhecimento de Sua unção conferida pelo Eterno, sendo colocado como Senhor daquela casa e de todos que nela habitavam, ou seja, os seres extraterrestres reconhecendo o Arcanjo Miguel como seu Senhor e de toda região celeste a eles confiada pelo Eterno.

   Sendo assim, o ritual da Páscoa apontava para a última oportunidade concedida pelo Eterno para que os seres celestiais que haviam se rebelado contra Sua autoridade se reconciliassem. O dia da Páscoa apontava para a última oportunidade dos seres celestiais em reconhecimento da autoridade do Eterno, receber e aceitar o Messias como seu Senhor e de toda região celeste cuja administração lhes fora confiada.

Para melhor compreensão deste tema veja a pesquisa:

   Pela escritura hebraica aprendemos que o Eterno condenou o uso do sangue como alimento e  no entanto encontramos no ritual cristão da santa ceia Jesus recomendando seus discípulos que bebessem o seu sangue simbolizado pelo vinho e comessem sua carne simbolizada pelo pão. Não existindo nenhum precedente nas Escrituras para tal prática, cremos que este texto tenha sido acrescentado pelos pais da igreja ao elaborar o Cânon cristão (Novo Testamento) tendo em vista a conversão dos pagãos ao cristianismo pois encontramos a origem dessa pratica no culto pagão a Dionísio onde seus adeptos bebiam o sangue do sacrifício realizado na cerimônia.

   Nos rituais pagãos o uso de sangue como bebida era comum e simbolizava a participação da divindade no corpo de seu adorador. Posteriormente como no culto a Dionísio, único deus da mitologia grega filho da maior divindade grega e uma humana (Zeus e a princesa Semele) o vinho passou a ser utilizado como simbolizando o sangue da divindade de modo que o ato de participar naqueles rituais bebendo o vinho e comendo a carne do sacrifício era considerado como bebendo o sangue e comendo a carne da própria divindade ali representada de modo que esta passava a ter participação no corpo de seu adorador passando este a ser propriedade da mesma.

A primeira páscoa gerou duas consequências imediatas como podemos ver a seguir:

1. Salvação e consagração dos primogênitos

  •  A páscoa apontava para o dia do juízo reservado exclusivamente aos seres celestiais (simbolizado pelos primogênitos) e que segundo as profecias encerrou-se em fins do sec. XVIII EC.

2. Libertação dos israelitas do cativeiro egípcio.

  •  As primícias sendo um evento imediato à páscoa e a libertação do povo de Israel da escravidão do Egito uma consequência imediata a este juízo que segundo as profecias encerou-se em fins do Sec. XVIII EC, as primícias apontavam para o resgate do povo de Israel pelo Deus eterno ao reconduzi-lo a seu antigo território onde novamente se estabeleceu como uma nação soberana em 1948 em consequência da opressão sofrida na Europa pelo regime nazista e indiferença dos líderes mundiais.

   Sendo a Páscoa o dia determinado pelo Eterno para o juízo sobre os primogênitos, símbolo das hostes celestes, e a libertação dos israelitas do cativeiro egípcio uma consequência imediata resultante desse juízo, considerando também que segundo as Escrituras o julgamento dos seres celestiais (anjos) se encerou em fins do século XVIII EC, as primícias corresponde a libertação de Israel da calamidade ocorrida no século XX EC conhecida mundialmente como holocausto nazista, sendo então reconduzido pelo Eterno ao deserto onde novamente foi estabelecido como uma nação soberana na terra de seus pais para d’Ele testemunhar a todos os povos visto estar chegando a hora de Seu juízo sobre todas as nações Zc. 12:1-5; Apoc. 14:6-11, e posteriormente sobre Israel e a todos que a ele se unirem formando um único povo na festa dos tabernáculos, Zac. 14:16-17, assim como na libertação do cativeiro egípcio o Eterno tomou Israel como Sua testemunha perante todas as nações ao redor visto ter chegada a hora de Seu juízo sobre as nações que se encontravam em Canaã.

16 de Chodesh Há Aviv  (Primeiro Mês) - Festa das Primícias

  • Antes que se iniciasse a 1ª colheita do ciclo de festas (Lv.23:9-14) o sacerdote apresentava diante do Eterno os primeiros frutos da seara que estava pronta para a ceifa, apresentação esta um evento imediato ao dia da Páscoa.

A Páscoa englobava dois dias:

  • 14 do Primeiro Mês, dia no qual era imolado o cordeiro pascal e seu sangue (símbolo do Arcanjo Miguel) aspergido nos umbrais da porta de cada residência daqueles que reconheciam a autoridade do Deus eterno, simbolizando com esse ato que os seres extraterrestres em obediência ao Eterno submetiam-se como também toda região celeste a eles confiada, ao Messias a quem o Eterno ungiu com todo poder e autoridade.
  • 15 do Primeiro Mês, primeiro dos sete dias dos pães asmos e o único no qual deveriam comer, apenas no período noturno, a carne do cordeiro pascal cujos ossos não poderiam ser quebrado, sendo também o primeiro dos sete dias consecutivos em que deveriam manter afastado de cada residência e arredores todo e qualquer tipo de fermento. O alimentar-se da carne do cordeiro que não poderia ser desperdiçada nem seus ossos quebrado, simbolizava que tão logo fosse reconhecida a soberania e autoridade do Eterno e seu Messias, os seres celestiais (anjos) deveriam observar a lei do Eterno por reconhecerem nela Sua soberania, justiça e misericórdia para com toda criação.

   Sendo que o número sete simboliza totalidade e fermento pecado (violação da lei “..um só pecador destrói muitos bens. Ec. 9:18”) os sete dias da festa dos pães asmos simbolizava que cada ser celeste que reconhecesse a soberania do Deus eterno e a autoridade do Seu Ungido, deveria para todo o sempre evitar e retirar de sua região celeste e arredores qualquer tipo de transgressão (simbolizada pelo fermento) à lei estabelecida, sendo tal ato realizado com plena convicção da soberania, justiça e misericórdia do Eterno tendo em vista o bem estar de toda criação.

   Após a primeira páscoa (juízo do Eterno sobre os primogênitos), o Eterno resgatou Israel do cativeiro egípcio e o colocou como Sua testemunha perante todas as nações ao redor visto ter chegada a hora de Seu juízo sobre os habitantes de Canaã.

   Sendo o julgamento dos seres celestiais (prefigurado pela páscoa) que segundo as Escrituras se encerrou em fins do século XVIII, o resgate de Israel prefigurado pelas primícias, se deu em meados do século XX quando então o Eterno o resgatou da calamidade conhecida mundialmente como o holocausto, os reconduziu a seu antigo território onde os recolocou como Sua testemunha perante todas as nações visto ter chegado a hora do Seu juízo sobre todos os povos que existem sobre face da terra.

   Sabendo que o Eterno, o Deus de Israel não perverte o juízo nem compactua com a mentira, sendo porém grande em misericórdia não levando em conta o tempo de ignorância, devemos com a Sua graça reavaliar todos os ensinos e tradições que nos foram transmitidas pelos teólogos ao longo dos séculos, acatando apenas as que se harmonizem com as Escrituras (VT) visto já não sermos ignorantes quanto a estes assuntos.

   Às vezes me pergunto: Por que os teólogos ocultam a verdadeira origem do cânon cristão (Novo Testamento) da membresia; será que eles mesmos desconhecem, ou, por motivos institucional preferem por em risco a própria salvação como também a de toda membresia?

   Não estamos rejeitando o Novo Testamento, simplesmente acreditamos que devido ao motivo de sua origem, (uma época em que as doutrinas da igreja cristã estavam sendo formuladas gerando uma grande controvérsia religiosa sobre as mesmas como também sobre quais escritos apostólicos poderiam ser considerado inspirado podendo então compor o cânon cristão), foram acrescentados ensinamentos supostamente dados por Jesus e seus apóstolos como também alterado alguns de seus ensinos tendo em vista dar sustentação às doutrinas que estavam sendo criada e que se tornariam o fundamento da igreja cristã até os nossos dias.

   Um dos motivos pelos quais chegamos a essa conclusão encontra-se em Isaias 8:20 onde esta escrito “À Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva.” Portanto todo escrito que se encontra no Novo Testamento e não estiver em harmonia com o cânon hebraico (Velho Testamento), deverá ser rejeitado, enquanto que todo que se encontrar em harmonia ser acatado, e não são poucos os que diferem.

שָׁלוֹם
Shalom!

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