Yon Kippur

Revisado em  5779 

Israel  –  10 de Chodesh HaShevi’i do ano 5779   -  (Pôr do dol do dia 09 ao pôr do sol do dia 10 de Chodesh HaShevi’i)  

Brasil -   Em torno das 12:27h do dia 18 (terça feira) às 12:27h do dia 19 de Setembro de 2018 (quarta feira) horário oficial de Brasília.


Dia da Expiação - Lv 16:10,20-21,26,29-34.

Dois bodes são apresentados diante do Eterno; um deles tem a vida (simbolizada pelo sangue) consagrada ao Eterno, e o outro não.

  • O sangue do 1º bode, aquele que foi consagrado ao Eterno (Lv 16:8), simboliza a vida de todos aqueles que reconhecendo a soberania do Eterno e ouvindo o Seu mandar (Ez 33:14-16) Lhe consagraram a vida, simbolizada pelo sangue depositado na base do altar do holocausto (Lv 4:30), para que por intermédio de Miguel, Dn 10:21 (simbolizado pelo Sumo sacerdote), sejam apresentado ao Eterno (simbolizado pela luz sobre o propiciatório), na presença da hoste celeste (simbolizada pelo véu bordado), no Yon Kipur (Dia da Expiação), quando então serão justificados ao ser a culpa de suas transgressões removidas e atribuídas ao originador do pecado sobre quem recairá a sentença da lei que requer a vida do culpado.
  • O segundo bode, aquele cuja vida (simbolizada pelo sangue) não era levada à presença do Eterno, simbolizava satanás e todos os ímpios (anjos e homens) que procurando agir de maneira independente da vontade do Eterno, se tornaram respectivamente o autor e disseminador do pecado, e por isso mesmo sobre eles recairá a condenação que pesava sobre aqueles a quem induziram ao pecado mas que ao ouvir a voz do Eterno (Ez 33:14-16), e reconhecer Sua soberania Lhe consagraram a vida (Lv 4:27-30).                                                                       

   Aplicando o que foi ensinado acima aos serviços realizado no Yon Kippur, verificamos que Miguel (simbolizado pelo Sumo sacerdote), em toda eternidade comparecerá apenas uma única vez perante o Trono do Eterno (simbolizado pelo Propiciatório), e perante toda hoste angélica (simbolizada pelo Véu do Tabernáculo), para apresentar o nome de todo aquele que de coração puro (simbolizado pelo animal sem defeito), consagraram a vida ao Eterno para que Este possa justificá-los permitindo assim Miguel remover-lhes a culpa e atribuí-la ao originador do pecado.
 

  • É importante ter sempre em mente que no Yon Kippur (Dia da Expiação) não haverá mais oportunidade para consagrar a vida ao Eterno. Nesse dia Miguel comparecerá diante do Deus eterno apenas para apresentar o nome daqueles cuja vida já havia sido consagrada anteriormente.


   Portanto, os nove dias que antecedem o Yon Kippur, são os últimos momentos da mensagem contida em Isaias 55:6-7. O Yon Kippur (Dia da Expiação) foi bem ilustrado por Jesus na parábola das dez virgens onde as cinco que não foram prudentes não puderam entrar para as bodas visto que deixaram para se preparar quando já não havia mais oportunidade (Mt 25:1-12).

 

  • No final dos serviços realizados no Yom Kippur o Sumo Sacerdote ao pôr as mãos sobre a cabeça do bode emissário simbolicamente transferia para o mesmo a culpa dos pecados cometidos por aqueles dentre o povo de Israel e todos os povos que através do seu testemunho consagraram a vida ao Eterno, sendo então o bode conduzido ao deserto por um homem preparado para isso.
  • Miguel em cumprimento da profecia prefigurada pelo Yon Kippur, deverá diante de toda hoste angélica, responsabilizar satanás e sua hoste por todos os pecados cometidos por aqueles que se consagraram ao Eterno, devendo então recair sobre ele e sua hoste a sentença da Lei que requer a morte do culpado, e para isso será designado um anjo que o conduzirá ao deserto (abismo) onde irá aguardar a execução da sentença contra ele proferida pelo Eterno.

 

שָׁלוֹם
Shalom Adonai!

 

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